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Nova unidade flutuante do INSS facilita saque de benefícios no norte do Brasil

Sétimo PREVBarco do INSS inaugurado no Terminal Hidroviário de Belém

Expansão do atendimento previdenciário chega às comunidades isoladas da Amazônia

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) inaugurou a sétima unidade do PREVBarco em Belém, no Pará. A iniciativa visa descentralizar o atendimento, levando serviços essenciais e a liberação de benefícios diretamente para populações ribeirinhas que enfrentam dificuldades de acesso às agências físicas.

A nova unidade, batizada de Belém II, tem sua primeira rota de navegação prevista para meados de julho. A embarcação percorrerá municípios estratégicos no Pará e no Amapá, garantindo que trabalhadores rurais, indígenas, quilombolas e pescadores possam solicitar auxílios e regularizar pendências sem a necessidade de grandes deslocamentos.

Estrutura e alcance do serviço itinerante

O funcionamento da agência móvel é idêntico ao de uma unidade fixa tradicional. O projeto conta com uma estrutura completa para amparar o cidadão em suas demandas previdenciárias, incluindo:

  • Sala dedicada para o Serviço Social.
  • Duas salas exclusivas para a Perícia Médica Federal.
  • Capacidade operacional de até 230 atendimentos diários.
  • Equipe composta por 10 servidores qualificados e nove tripulantes.

O barco representa a presença da Previdência Social em nossos rios da Amazônia, levando cidadania, dignidade e direitos a populações que historicamente enfrentaram barreiras de acesso, afirmou a presidente do INSS, Ana Cristina Silveira.

Impacto econômico e social na região

A presença constante dos PREVBarcos tem gerado resultados expressivos na economia local. Somente ao longo de 2025, as unidades flutuantes realizaram aproximadamente 115 mil atendimentos em mais de 100 municípios do norte do país, resultando na análise de 46 mil requerimentos de benefícios e na injeção de 73 milhões de reais na economia da região.

O roteiro inicial do novo barco inclui passagens por Breves, Anajás, Afuá, Chaves e Gurupá, no Pará, além de localidades no Amapá, como Cutias, Jarilândia e o distrito de Bailique. A ação é parte de uma política de inclusão para reduzir desigualdades em áreas remotas do Brasil.

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