Pular para o conteúdo

Saiba onde R$ 50 milhões vão construir 2 mil casas em São Paulo

Executivos do Grupo ADN e da Caixa Econômica Federal em canteiro de obras, simbolizando o investimento de R$ 50 milhões para novas moradias em São Paulo.

Onde o dinheiro liberado vai transformar o mercado de imóveis em SP

O dinheiro liberado de um investimento de R$ 50 milhões acaba de impulsionar a construção de mais de 2 mil casas novas no interior de São Paulo. O Grupo ADN, uma incorporadora de destaque, captou esses recursos através de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) para acelerar sua expansão em cidades como São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Campinas, afetando diretamente milhares de futuros moradores. Essa movimentação representa um avanço significativo no mercado imobiliário regional, prometendo novas oportunidades de moradia e aquecimento econômico imediato.

A operação de R$ 50 milhões, coordenada pela Caixa Econômica Federal, marca a segunda vez que o Grupo ADN recorre a este formato para financiar seus projetos. A estratégia visa fortalecer a estrutura de capital da companhia, conforme destacou José Pedro Donadon, CEO da empresa.

“O CRI é um movimento estratégico para reforçar a estrutura de capital da empresa e sustentar o crescimento planejado para os próximos meses”, afirmou Donadon. “A operação contribui para financiar o desenvolvimento de novos empreendimentos e acompanha a expansão do Grupo ADN no interior paulista.”

A incorporadora já começou a expandir seus horizontes, chegando a São José do Rio Preto. Lá, a empresa anunciou um investimento robusto de R$ 500 milhões, com planos para lançar mais de 2 mil unidades habitacionais nos próximos anos. Ribeirão Preto e Campinas também estão no radar de crescimento do grupo.

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) são emitidos pela Leverage Companhia Securitizadora, com 50 mil papéis em série única, cada um valendo R$ 1 mil. O lastro desses certificados são os créditos imobiliários gerados pela venda de imóveis do próprio Grupo ADN.

Esta oferta pública, registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sob a Resolução CVM 160, é direcionada exclusivamente a investidores profissionais. Por essa razão, não houve necessidade de divulgar prospecto e lâmina da oferta, agilizando o processo regulatório.

Para o CEO José Pedro Donadon, a participação da Caixa Econômica Federal como coordenadora líder agrega credibilidade à iniciativa. “Esta é a nossa segunda operação de CRI, o que demonstra a evolução do Grupo ADN no acesso ao mercado de capitais. A coordenação da Caixa Econômica Federal é muito relevante para nós e reforça a credibilidade da operação”, pontuou o executivo. A nova emissão consolida a presença da companhia no mercado de capitais.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *