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R$ 1 bilhão liberado para hospitais filantrópicos e Santas Casas

Família canadense sorrindo em casa, recebendo apoio financeiro.

R$ 1 bilhão reforça atendimentos em oito Santas Casas e hospitais pelo SUS

Oito importantes instituições hospitalares filantrópicas no Brasil, incluindo Santas Casas, receberam um reforço financeiro de aproximadamente R$ 1 bilhão. Os recursos, firmados por meio de contratos entre o Ministério da Saúde e a Caixa Econômica Federal, visam fortalecer o atendimento à população que utiliza o Sistema Único de Saúde (SUS).

Essa liberação de verba faz parte da linha de crédito “Caixa Hospitais FGTS”, que oferece condições facilitadas de financiamento. O objetivo principal é auxiliar no equilíbrio financeiro dessas unidades, garantindo a continuidade da prestação de serviços essenciais aos pacientes da rede pública.

A expectativa é que os contratos de financiamento cheguem a R$ 2 bilhões nos próximos dias, segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele destacou a relevância dessas instituições, informando que em 2025 elas foram responsáveis por 14,9 milhões de cirurgias, representando um aumento de 42% em relação a 2022.

As instituições contempladas nesta etapa, que são referência em atendimentos especializados e integram a rede complementar do SUS, incluem:

  • Associação de Combate ao Câncer de Goiás (GO)
  • Santa Casa da Misericórdia de São Paulo (SP)
  • Santa Casa de Porto Alegre (RS)
  • Hospital José Silveira (BA)
  • Instituto de Câncer de Londrina (PR)
  • Associação Hospitalar Vila Nova (RS)
  • Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos (RJ)
  • Fundação Assistencial da Paraíba (PB)

Além dessas, outras 115 instituições já tiveram propostas aprovadas para financiamento pela linha Caixa Hospitais FGTS. No país, existem 1.959 hospitais filantrópicos, incluindo 324 Santas Casas, que oferecem uma vasta gama de especialidades e serviços, como cirurgia, oncologia, cardiologia e atendimento de urgência.

Essa rede assistencial, que realizou 839,6 milhões de atendimentos ambulatoriais e 17,3 milhões de internações entre 2023 e 2025, com um custo de R$ 56,3 bilhões para o Governo Federal, é crucial para a redução do tempo de espera e ampliação do acesso a tratamentos especializados em diversas localidades brasileiras.

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