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Economista Dani Marques aponta estratégia para mudar rumo do Brasil em 2026

Canal informe público

Propostas econômicas marcam pré-campanha de Flávio Bolsonaro

O cenário político para as eleições de 2026 ganha novos contornos com a participação de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, na construção de planos para o país. A economista afirmou, em entrevista à revista Veja, que o Brasil atravessa uma oportunidade inédita de realizar uma mudança de direção no Palácio do Planalto.

Atualmente, Marques integra a equipe que elabora as propostas da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O foco do projeto está concentrado no reequilíbrio das contas públicas e na busca pelo crescimento sustentável, visando frear o que a economista descreve como uma deterioração fiscal em curso.

Críticas ao modelo econômico atual

A colaboradora do plano de governo aponta que a condução das finanças pelo atual governo federal gera riscos severos. Segundo Dani Marques, a estratégia de ampliar gastos sem a devida responsabilidade fiscal tem impactos práticos preocupantes para a população brasileira.

O Brasil caminha para um abismo econômico. O atual governo está descontroladamente endividado, quebrando as empresas e superendividando as famílias.

Ao abordar sua colaboração com o senador, a economista negou conversas sobre eventuais cargos em uma futura gestão, como o Ministério da Fazenda. O objetivo declarado é garantir o sucesso das propostas econômicas que priorizem a geração de oportunidades e a estabilidade fiscal.

Autonomia financeira das mulheres

Além das pautas fiscais, a agenda proposta por Dani Marques inclui programas voltados à independência econômica feminina. Para ela, o suporte financeiro é o pilar fundamental para garantir a segurança das mulheres e combater relações abusivas.

Durante a entrevista à TV Florida USA, a ex-presidente da Caixa também teceu duras críticas ao posicionamento do presidente Lula em relação às mulheres, classificando as falas do mandatário como desrespeitosas e argumentando que tais posturas deveriam ampliar a rejeição do eleitorado feminino contra o atual governo.

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