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Empregados da Caixa rejeitam proposta de acordo e mantêm greve nacional

Fachada de agência da Caixa Econômica Federal com aviso de greve

Os empregados da Caixa Econômica Federal decidiram, em assembleias promovidas pelos sindicatos da categoria, rejeitar a proposta de reajuste e recomposição de direitos apresentada pela direção da instituição financeira. Com o resultado da votação, a paralisação das atividades prossegue em âmbito nacional, afetando o funcionamento normal de unidades físicas pelo país.

Impacto no atendimento presencial e canais digitais

Com a continuidade do movimento grevista, o atendimento presencial em agências bancárias sofre restrições de funcionamento. Operações que exigem a presença física em guichês ou com gerentes podem apresentar demoras ou indisponibilidade temporária a depender do nível de adesão regional dos trabalhadores.

Em estados do Nordeste, como a Paraíba, sindicatos locais mantêm a mobilização nas portas das agências, assegurando apenas serviços emergenciais e essenciais previstos em legislação. Usuários que necessitam de atendimento são orientados a priorizar canais eletrônicos e digitais para evitar deslocamentos desnecessários.

Orientações para clientes e beneficiários sociais

Orientações para clientes e beneficiários sociais

A Caixa Econômica Federal orienta que a população utilize os aplicativos móveis, como o Caixa Tem e o aplicativo Caixa, para a movimentação de valores, consultas de saldos, transferências via Pix e pagamento de boletos de rotina.

Unidades lotéricas e correspondentes Caixa Aqui continuam operando normalmente como opção para saques e pagamentos de contas, respeitando os limites operacionais fixados por estabelecimento. Consultas sobre cartões e serviços básicos também podem ser realizadas por meio das centrais telefônicas oficiais da instituição.

Reivindicações da categoria e próximos passos

As reivindicações dos trabalhadores incluem a valorização salarial acima da inflação, melhoria nas condições operacionais de trabalho, reforço no quadro de pessoal por meio de novos concursos públicos e a manutenção dos direitos trabalhistas previstos em acordos anteriores.

A mediação do impasse depende do agendamento de novas reuniões de negociação entre os representantes dos bancários e os executivos da empresa pública. Até que haja um novo entendimento entre as partes, o calendário de paralisação segue mantido pelas entidades sindicais.

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