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Fim da fila do INSS está próximo com medidas que agilizam o benefício em 2026

Atendimento em uma agência do INSS para liberação de benefícios

Governo acelera análise de pedidos para zerar a fila do INSS ainda em 2026

O prazo de espera para conseguir o pagamento do benefício no INSS deve finalmente chegar ao fim. A previsão é que a fila de processos, composta por pedidos pendentes há mais de 45 dias, seja eliminada até setembro de 2026, conforme informações divulgadas pela CNN Brasil.

Dados do Ministério da Previdência Social indicam que o estoque de processos acumulados caiu cerca de 70% entre janeiro e junho de 2026. O objetivo é evitar que a demora na análise dos pedidos se torne um entrave no segundo semestre, mantendo o fluxo de liberações constante para os segurados.

As medidas que agilizaram a fila

Para atingir essa meta, o governo federal implementou seis estratégias principais que permitiram aumentar a capacidade de processamento dos requerimentos:

  • Contratação de peritos: O INSS reforçou seu quadro com 500 novos peritos médicos federais, encerrando um hiato de 15 anos sem concursos para a área.
  • Novos assistentes sociais: Após aprovação no Concurso Nacional Unificado (CNU), 300 profissionais foram nomeados para ampliar o atendimento.
  • Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB): Criado por lei em 2025, o programa oferece bônus de R$ 68 para servidores e R$ 75 para peritos por processo extra, visando aumentar a produtividade.
  • Expansão da teleperícia: O Brasil agora conta com 800 salas adaptadas para a realização de perícias médicas remotas via internet.
  • Mutirões de atendimento: Mais de 200 mil mutirões foram realizados no início de 2026, com a meta de atingir 500 mil até o fim do ano.
  • Ampliação do AtestMed: O sistema permite solicitar o benefício pela internet, reduzindo o tempo de espera para apenas sete dias, frente aos 20 dias do modelo presencial tradicional.

O desafio da continuidade

Apesar dos avanços, existe um debate nos bastidores da Previdência sobre a necessidade de prorrogar o PGB em 2027. Integrantes do governo avaliam que, sem o incentivo financeiro para os servidores, a fila corre o risco de crescer novamente.

A avaliação é que, sem o bônus, a fila pode voltar a crescer, tornando a prorrogação do PGB um ponto fundamental para a sustentabilidade dos resultados obtidos.

O custo do programa em 2026 foi de R$ 300 milhões. Como alternativa à manutenção dos bônus, o governo estuda também a ampliação definitiva do quadro de servidores e peritos para garantir a agilidade no pagamento dos benefícios aos cidadãos brasileiros.

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