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Criciúma paga R$ 300 para quem arruma emprego formal

Seu emprego pode render R$ 300 extras por mês

Moradores de Criciúma, em Santa Catarina, que conseguirem um emprego com carteira assinada após receberem o Bolsa Família podem ter direito a um incentivo financeiro de R$ 300 mensais. A iniciativa visa auxiliar na transição para a vida formal e amenizar o impacto financeiro.

O benefício, parte do programa Promove, pode ser pago por até seis meses consecutivos, totalizando R$ 1.800 por família. A medida busca solucionar um problema comum em programas de transferência de renda: o desestímulo à busca por emprego formal devido à perda ou redução do auxílio.

Por que o governo local criou esse incentivo?

A criação do programa Promove foi motivada pela percepção de que a redução ou corte do Bolsa Família ao conseguir um emprego formal desmotivava muitas pessoas a arriscarem essa mudança. O prefeito Vagner Espíndola defende o programa como uma “ponte” e “porta de saída” para a autonomia financeira.

“O Promove é uma ponte, uma porta de saída. E o mais importante: tem começo, tem meio e tem fim”, afirmou o prefeito.

O objetivo é oferecer uma rede de segurança temporária para as famílias enquanto elas se reorganizam financeiramente após a estabilização do vínculo empregatício.

Quem tem direito ao benefício de R$ 300?

Para ser elegível ao programa Promove, o cidadão precisa cumprir requisitos específicos. O benefício é voltado para quem:

  • Está inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) e é beneficiário do Bolsa Família na regra de transição.
  • Reside em Criciúma com comprovação.
  • Comprovou participação em ações de qualificação profissional reconhecidas pela prefeitura.

É fundamental que o vínculo de emprego formal seja mantido durante todo o período em que o auxílio for recebido. O programa tem como meta atender até mil famílias.

Como fazer para receber o incentivo?

Os interessados em receber o incentivo de R$ 300 mensais devem primeiramente garantir que se encaixam nos critérios de elegibilidade. É necessário estar devidamente inscrito no CadÚnico e no Bolsa Família, residir em Criciúma e ter participado de cursos de qualificação profissional homologados pelo município.

A comprovação da manutenção do emprego formal é essencial para o recebimento contínuo do auxílio. Em caso de perda do emprego e retorno ao Bolsa Família integral, o benefício municipal é automaticamente suspenso.

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