Comissão do INSS opera com maioria de documentos de acesso restrito após seis meses
Em seis meses de funcionamento, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) acumulou um volume expressivo de 1.787 documentos. Deste total, uma parcela significativa, correspondendo a 83%, é classificada como sigilosa, o que restringe seu acesso aos senadores e deputados que compõem a comissão.
Dos 1.485 documentos sigilosos recebidos, um número considerável, 525, foi encaminhado pela Receita Federal. Grande parte destes são informações fiscais de pessoas e empresas que estão sob investigação por envolvimento em esquemas de fraudes nos benefícios de aposentados e pensionistas, particularmente relacionados a descontos irregulares.