Calendário PIS 2026 já tem datas definidas para pagamentos em lotes
O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) definiu o calendário para o pagamento do abono salarial PIS/Pasep referente a 2026. Os pagamentos, que iniciam em fevereiro, serão liberados em seis lotes, seguindo o mês de nascimento dos trabalhadores. O abono pode ser sacado até o fim do ano por quem cumpriu os requisitos.
A liberação do benefício é destinada a cerca de 26,9 milhões de trabalhadores, com um montante total de R$ 33,5 bilhões. O valor individual pode variar de R$ 135,08 a R$ 1.621, dependendo do tempo de serviço prestado em 2024, ano-base para o cálculo.
Quem tem direito ao abono salarial PIS/Pasep 2026?
Para ter direito ao abono, o trabalhador precisa ter atuado com carteira assinada por no mínimo 30 dias durante o ano de 2024. É necessário também ter recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Além disso, o trabalhador deve estar cadastrado no PIS/Pasep há, pelo menos, cinco anos.
Como consultar o pagamento do PIS 2026?
As informações sobre o direito ao benefício, o valor exato e o banco responsável pelo pagamento (Caixa Econômica Federal para o PIS e Banco do Brasil para o Pasep) estão disponíveis desde 5 de fevereiro. Os trabalhadores podem realizar a consulta de diversas formas: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital, pelo Portal Emprega Brasil ou através do telefone 158.
Datas de pagamento por mês de nascimento
- Janeiro: a partir de 15/02/2026
- Fevereiro: a partir de 15/03/2026
- Março e Abril: a partir de 15/04/2026
- Maio e Junho: a partir de 15/05/2026
- Julho e Agosto: a partir de 15/06/2026
- Setembro e Outubro: a partir de 15/07/2026
- Novembro e Dezembro: a partir de 15/08/2026
É importante ressaltar que o prazo final para todos os beneficiários sacarem o abono é 30 de dezembro de 2026, independentemente da data de liberação do lote.
Mudanças nas regras a partir de 2026
A partir deste ano, o teto de renda para o abono salarial passará a ser corrigido pela inflação, e não mais pelo salário mínimo. Essa alteração faz parte de uma regra de transição aprovada pelo Congresso Nacional, que prevê uma redução gradual do público elegível ao benefício nos próximos anos.