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Jane Fraser lidera ranking global de mulheres mais influentes em 2026

Jane Fraser, CEO do Citigroup, em destaque na lista das mulheres mais poderosas do mundo de 2026

Jane Fraser assume o comando: quem são as líderes que definem o poder em 2026

A revista Fortune apresentou sua lista anual das 100 mulheres mais poderosas do mundo em 2026, e Jane Fraser, CEO do Citigroup, assume a liderança pela primeira vez desde 2024. Sua ascensão ao topo reflete uma estratégia de modernização bem-sucedida no banco, que atua globalmente.

Este ranking destaca executivas que comandam gigantes globais e exercem influência direta em setores cruciais como tecnologia, finanças e indústria. Juntas, as mulheres listadas lideram empresas que empregam cerca de 11,8 milhões de pessoas e movimentam impressionantes US$ 7,3 trilhões anualmente.

Gigantes corporativas sob comando feminino

Jane Fraser lidera um grupo seleto de executivas que moldam a economia mundial. Em segundo lugar está Mary Barra, CEO da General Motors, focada na transição para veículos elétricos e autônomos.

Lisa Su, à frente da Advanced Micro Devices (AMD), ocupa a terceira posição, impulsionando inovações em computação de alto desempenho e inteligência artificial. Julie Sweet, CEO da Accenture, vem em seguida, e Ana Botín, presidente do Banco Santander, completa o top 5, consolidando sua influência no sistema financeiro europeu.

Presença brasileira no cenário global

O Brasil marca presença na lista com três representantes notáveis. Magda Chambriard, presidente da Petrobras, figura na 89ª posição, consolidando sua expertise no setor de petróleo e gás.

Tarciana Medeiros, presidente do Banco do Brasil, alcança a 61ª colocação, representando um marco histórico para a instituição. Livia Chanes, CEO do Nubank no Brasil, está em 95º lugar, liderando as operações da fintech no país.

Ascensão feminina em posições de poder

A lista de 2026 evidencia um avanço significativo das mulheres em cargos estratégicos nas maiores empresas do mundo. Embora os Estados Unidos concentrem a maioria das executivas, a presença de líderes de diversos países, incluindo o Brasil, demonstra a expansão feminina em mercados globais cruciais.

Setores como bancos, tecnologia, indústria automotiva e energia refletem a crescente ocupação de posições centrais por mulheres, historicamente dominados por homens.

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