Calendário do Bolsa Família de abril já começou e 18,7 milhões de famílias serão pagas
As parcelas de abril do Bolsa Família tiveram início no dia 16 e vão atender cerca de 18,73 milhões de famílias em todo o país. O investimento total para os pagamentos neste mês soma R$ 12,77 bilhões, com um valor médio de R$ 683,75 por domicílio.
Quem recebe primeiro o Bolsa Família em abril?
Os pagamentos são realizados de forma escalonada, de acordo com o último dígito do Número de Inscrição Social (NIS) do beneficiário. As primeiras famílias a receberem são aquelas com NIS final 1.
- Datas de pagamento: O calendário segue até o dia 31 de abril.
- Valor médio do benefício: Em março, o valor médio pago por família foi de R$ 683,75.
- Quem tem direito: Famílias inscritas no CadÚnico com renda de até R$ 218 por pessoa.
Como consultar seu benefício e tirar dúvidas?
Para obter informações sobre o Bolsa Família, os beneficiários podem contatar o Disque Social pelo número 121. Outro canal de atendimento é a Caixa Econômica Federal, através do número 111. Além disso, é possível verificar os dados e acompanhar o benefício pelos aplicativos oficiais do Bolsa Família e da Caixa, disponíveis gratuitamente para download.
O pagamento é feito pelo aplicativo Caixa Tem ou pode ser sacado em caixas eletrônicos para quem possui o cartão do programa.
Entenda os adicionais do Bolsa Família
O programa garante um repasse mínimo de R$ 600 por família. Adicionais são pagos conforme a composição familiar. O Benefício Variável Familiar Nutriz concede R$ 50 mensais para mães de bebês de até seis meses. Há também um acréscimo de R$ 50 para famílias com gestantes e filhos entre 7 e 18 anos, e outro de R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos. O Benefício Variável Familiar Criança (BVC) adiciona R$ 50 para crianças e adolescentes entre sete e 16 anos incompletos.
Famílias que ultrapassaram o limite de renda por pessoa (R$ 218) podem se beneficiar da Regra de Proteção, que garante 50% do valor do benefício por 12 meses, desde que a renda per capita não ultrapasse R$ 706. Mais de 2,35 milhões de famílias estão atualmente nessa condição.